Estou um pouco relapsa com meu Blog....é o cansaço, mas estou feliz em poder usar esta ferramenta.Lamentavelmente ainda não consegui interagir com vocês, penso que talvez os assuntos não tenham tocado ....Prometo em Dezembro dar uma atenção especial a este BLOg!!!!!
Espaço para discutir as ideias que nos causam alegria, tristeza, desânimo, euforia, espanto, indignação, enfim discutir o que nos tira da "quietude", do marasmo. Será um local para colocar de tudo um pouco: assuntos sobre educação, pedagogia, psicopedagogia, aprendizagens, novas tecnologias são muito bem-vindos.Porém quero deixar este espaço bem democrático, ,até porque a vida não é dividida em partezinhas, descompassadas e separadas uma das outras, ela é uma soma de tudo o que vivemos!
OI
oi!!!!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
muito cansada...
Gente!
Hoje não consigo escrever...bem que gostaria, mas estou moída....Vocês pensaram sobre o bullyng?
Hoje não consigo escrever...bem que gostaria, mas estou moída....Vocês pensaram sobre o bullyng?
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Você sabe o que é bullyng?
Hoje tivemos um encontro onde falamos exatamente sobre esta palavra, sem uma tradução muito precisa.
O que pudemos discutir sobre o bullyng e que me chamou atenção é que o fato de que agressor e vítima precisam de ajuda. Muitas vezes as pessoas pensam que o agressor está "por cima", quando na verdade ele tem mais limitações do que o agredido, o que não quer dizer que o agredido sofra menos...Falo mais sobre isso, nos próximos dias...preciso terminar um outro trabalho que estou realizando...Um abraço, gostaria que se possível deixassem comentátios
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Segue Mensagem em power poit...
Visite este site, encontrarás a mensagem em lâminas. Não sei ainda publicar Power point...
Um abraço,
Odila
http://www.scribd.com/A-Vida-Depois-Da-Vida/d/17602807
Um abraço,
Odila
http://www.scribd.com/A-Vida-Depois-Da-Vida/d/17602807
SEGUE MENSAGEM
“ Quando morreu, no século XIX, Victor Hugo arrastou nada menos que dois milhões de acompanhantes em seu cortejo fúnebre, em plena Paris. Lutador das causas sociais, defensor dos oprimidos, divulgador do ensino e da educação, o genial literato deixou textos inéditos que, por sua vontade, somente foram publicados após sua morte. Um deles fala exatamente do homem e da imortalidade e traduz-se mais ou menos nas seguintes palavras:
A morte não é o fim de tudo.
Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra
Na morte o homem acaba, e a alma começa.
Que digam esses que atravessaram a hora fúnebre, a última alegria a primeira do luto.
Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?
Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.
O homem é um prisioneiro.
O prisioneiro escala penosamente os muros de sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até o respiradouro.
Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz. Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?
Porque não possuirá ele um corpo subtil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é desse mundo.
É por demais pesada para esta terra.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo do luminoso é o que não vemos.
Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
A morte é uma mudança de vestimenta.
A alma, que estava vestida de sombra vai ser vestida de luz.
Na morte o homem fica sendo imortal.
A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo que faz nela.
A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.
As almas passam de uma esfera para a outra, tornando-se cada vez mais luz, aproximando-se cada vez mais de Deus.
O ponto de reunião é o infinito.
Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.”
Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra
Na morte o homem acaba, e a alma começa.
Que digam esses que atravessaram a hora fúnebre, a última alegria a primeira do luto.
Digam se não é verdade que ainda há ali alguém, e que não acabou tudo?
Eu sou uma alma.
Bem sinto que o que darei ao túmulo não é o meu eu, o meu ser.
O que constitui o meu eu, irá além.
O homem é um prisioneiro.
O prisioneiro escala penosamente os muros de sua masmorra, coloca o pé em todas as saliências e sobe até o respiradouro.
Aí, olha, distingue ao longe a campina, aspira o ar livre, vê a luz. Assim é o homem.
O prisioneiro não duvida que encontrará a claridade do dia, a liberdade.
Como pode o homem duvidar se vai encontrar a eternidade à sua saída?
Porque não possuirá ele um corpo subtil, etéreo, de que o nosso corpo humano não pode ser senão um esboço grosseiro?
A alma tem sede do absoluto e o absoluto não é desse mundo.
É por demais pesada para esta terra.
O mundo luminoso é o mundo invisível.
O mundo do luminoso é o que não vemos.
Os nossos olhos carnais só vêem a noite.
A morte é uma mudança de vestimenta.
A alma, que estava vestida de sombra vai ser vestida de luz.
Na morte o homem fica sendo imortal.
A vida é o poder que tem o corpo de manter a alma sobre a Terra, pelo que faz nela.
A morte é uma continuação. Para além das sombras, estende-se o brilho da eternidade.
As almas passam de uma esfera para a outra, tornando-se cada vez mais luz, aproximando-se cada vez mais de Deus.
O ponto de reunião é o infinito.
Aquele que dorme e desperta, desperta e vê que é homem.
Aquele que é vivo e morre, desperta e vê que é Espírito.”
Sobre a morte
Na véspera do Dia de Finados, coloco aqui uma mensagem que recebi há algum tempo atrás. Para os que que já sentiram a perda de alguém amado, é uma bela reflexão que carrega um pouco de alento e esperança aos corações dilacerados...Estou aprendendo a conviver com a perda, mas isso não quer dizer que seja algo tranquilo, pacífico e ameno. Muito pelo contrário, é mar revolto, profundo e sofrido..... mas aprendemos, buscamos força para superação e aprendemos o exato valor da palavra SAUDADE!
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